Acho que essa é minha favorita, mas é algo irrelevante. Filmagens durante um set de fotos, embora a qualidade não seja realmente HD, o vídeo em si ficou ótimo.
Seleção de imagens, provindas de diversos sites, apresentando um toque mais artístico, na beleza sexual. Reunidas de formas inusitadas, após mais um trabalho não muito simples, aqui está algo único!
As imagens foram redimensionadas para os padrões do blog, porém o link para download conta com os tamanhos originais.
Em 1908, na Sibéria, uma explosão misteriosa abalou a paisagem, projetando árvores a milhares de quilômetros de distância e produzindo um som que se ouviu em todo o mundo. Teria uma nave espacial extraterrestre sofrido um acidente nuclear?
Carl Sagan examina os testemunhos e conclui que a Terra foi atingida por um pequeno cometa. Um modelo do sistema solar demonstra a possibilidade de outros planetas terem sofrido impactos semelhantes. Tal como Immanuel Velikovsky proclamava, teria o planeta Vênus sido já um cometa gigante? O Dr. Sagan conclui que não, que as provas não confirmam a afirmação.
Embarcamos numa viagem descendente através da atmosfera infernal de Vénus, para explorar a superfície de brazeira, atingida esta pelo chamado efeito de estufa. O destino de Vênus pode ser uma história de alerta para o nosso mundo. O Dr. Sagan lança um aviso sensato para que sejam tomadas medidas de proteção do frágil planeta azul, a Terra.
Durante a confecção podemos reparar melhor os traços, o que realmente ressalta a obra acima. Eu vejo alienígenas, armamentos de guerra (junto as caras feias e o nosso não amiguinho dinheiro), Uma especie de planeta em caos, mas ainda não pensei em nada para com a rota da invasão (mas se não forem enigmáticos, esse tipo de desenhos não teriam graça).
Há mais algumas ilustrações que seguem o mesmo estilo. Porém o que realmente marca o trabalho desse artista, é algo que aos meus olhos foi bem novo, falo das indescritíveis ilustrações gráficas abaixo, um show visual.
Aqui foram só alguns, para conferir na integra acesse a galeria do DeviantArt. Onde você poderá encontrar trabalhos como este de Martin Luther King Jr.:
É isso, vamos ver o que eu encontro de arte, na próxima!
Dinheiro necessariamente anula a escravidão? Ou melhor, essa relação, entre receber valor monetário e não ser escravo, é válida?
A real situação:
Quando eu nasci, após um desenvolvimento básico bem assistido, vieram até mim (os já membros consentidos da sociedade) e apresentaram-me a proposta de torna-me um cidadão, fazer parte de sua sociedade, seguindo seus dogmas e afazeres. Mostrado pontos negativos e positivos, foi dado um tempo para que refleti-se sobre minha ingressão, já que evidentemente se eu me recusasse a participar, seriam dadas alternativas e eu poderia viver da forma como preferisse, tendo total segurança quanto a não ser prejudicado por tal escolha... Não, não houve nada do gênero, nem comigo, nem com você, nem com os mais "poderosos", com ninguém, então todos somos escravos, submetidos a uma sociedade que auto-se impõem, sem nem mesmo um convite. Mais, somos escravos duas vezes, primeiro, como já citado, por falha humana, segundo pela própria ordem natural que com toda autoridade nos impõem suas condições, pela morte, fome, desastres naturais...
Assim quando falamos em fim da escravidão, as revoluções implícitas nisso vão muito além.
Engraçado o vídeo, não? Eu ri bastante. O legal é o paradoxo, de se ter medo de algo tão inofensivo, já que de antemão aprendemos a ter medo dos perigos, qualidade muito útil para evitar os mesmos. Imagine seu gato correndo atrás de um Pit Bull por curiosidade, definitivamente o medo não nasceu atoa, mas é um evidente sinal da evolução da consciência na natureza.
Medo? Natural ou programado?
O medo é a dor física a nível psicológico. E quando tem-se inicio a evolução humana, dos caçadores e coletores à atualidade, o físico de certa forma torna-se mero recipiente da consciência. Assim, da mesma forma que é fundamental para adaptação de uma criança, intender sobre a dor e seu porquê, devemos intender o medo e seu porquê.
Retornando ao vídeo, é simples compreender sua origem, que evidentemente provem da nossa cultura de ver filmes de terror, com temas pesados (mas pouco desenvolvidos para além da mecânica da ação, digo quanto a qualquer reflexão do enredo apresentado). Não vou falar desse filme propriamente dito, nem mesmo promove-lo. O que importa é que aqui percebemos que o porquê desse medo é mais complexo do que sua origem, afinal: Por que ter medo de mera ficção? Bom talvez, a questão aqui seja a própria distinção da realidade (conceito aplicável mais amplamente), que por sua vez aciona erroneamente o já elogiado recurso do medo.
Há quem critique o medo e quem o tem. Particularmente eu tenho medo, sucintamente de duas coisas: a morte e a inconsciência (Zumbie Mode. Yeah!). Isso tenho ciência de estar totalmente refletido nas minhas posições ideológicas quanto a vida. Não vou desviar-me, mas rapidamente, a morte representa o fim da existência, morte física, a inconsciência representa o fim do questionamento, morte psicológica, sendo que separadamente a primeira provoca o fim de ambas (mortos não pensam) e a segunda tira a Rasion d'être (sem pensar, logo sentido, não se vive). Voltando.
Certo, assumimos que no fundo as pessoas tem medos de coisas que elas dizem não acreditar (e a certo nível não o devem), então não seria louco, quando digo que logo a primeira coisa que passa na minha cabeça é que provavelmente esse mesmo deficit de discernimento interfira em questões cruciais, como a veracidade da mídia? Cito a mídia, por metonímia a informação, já que hoje, feliz ou infelizmente, é de onde provem a ciência da realidade pela população.
Da mesma forma que vemos crimes no noticiário e imediatamente "olhamos para o lado" para averiguar o quanto ainda estamos seguros. Tomamos muita coisa como verdade, na sequencia assumimos seus respectivos medos, sem um tempo, tempo esse de questionamento e não de puro adiamento.
E no fim das contas, temos muitos medos e desses é provável que a grande maioria não se justifiquem pela realidade. O que posso dizer de medos, além de serem forças ajustadoras, nos ajustamos aos medos para evita-los, isso muda nossa vida e quem somos. Eu sou uma pessoa apoiadora da ideia de Martin Luther King Jr, da que não devemos estar ajustados quanto a uma sociedade decadente, concorda? Não parece lógico para quem não quer ser igualmente decadente, não possuir os mesmos medos dessa sociedade?
As linhas iniciais da masturbação mental de hoje já foram expostas, antes de deixa-los com a questão, uma ultima pergunta: