domingo, agosto 14, 2011

Rammstein - Mutter [2001]


Gênero: Industrial Metal
Tracklist
01. Mein Herz Brennt 4'40'' 
02. Links 2 3 4 3'43''
03. Sonne 4'32''
04. Ich Will  3'37''
05. Fever Frei! 3'09''
06. Mutter 4'30''
07. Spieluhr 4'46''
08. Zwitter 4'16''
09. Rein Raus 3'09''
10. Adios 3'51''
11. Nebel 4'56''


Mais um ótimo álbum da maior banda alemã da atualidade. Com uma temática mais variada e o tradicional som pesado! 


Download: Fileserve
Formato: MP3 Tamanho: 95MB


sábado, agosto 13, 2011

Qual palavra pode agora definir "o todo da existência"?

O todo da existência? Os limites de tudo que existe. Sendo que a própria realidade não comporta esse limite, afinal a imaginação não é real, mas quebra a fronteira do espaço. A busca por definir até onde tudo existe, vem mostrando-se igualmente extensa!
Cada vez mais o ponto final distancia-se e se antes era possível afirmar que o Universo contemplava tudo o que existe, existiu e existirá, atualmente a ciência vem pondo em duvida tal afirmação. Sim, Multiversos!
Ainda é cedo para afirmações, porém com base nos mais ressentes dados, no mínimo a incerteza foi confirmada. Em duas análises com dados bem animadores. A primeira vem do que foi denominado fluxo escuro, que vem impulsionando aglomerados de galaxias(cerca de 800) a um mesmo ponto do universo, levando a pergunta: o que provocaria o mesmo? Descartadas as interferências da energia escura e da matéria escura do nosso Universo, a conclusão é de que algo além dele motiva o fenômeno. Já a mais recente análise teve como premissa o fato de que assumindo-se a existência de Multiversos em bolhas, cada qual na sua, uma decorrência direta seria o contato dessas bolhas umas com as outras, esse que consequentemente teria de deixar marcas. E observando possíveis sinais na radiação cósmica de fundo, uma radiação na faixa de micro-ondas que permeia todo o universo, quatro possíveis colisões foram detectadas.
Onde de fato tudo isso leva, é a um novo patamar de perguntas: Será o nosso universo só mais um pequena parte de uma imensidão inconcebivelmente maior? Haverá vida em outro universos? É comum a formação de universos? Até onde tudo pode ir?
Continuo em vários posts de Masturbação Mental... Agora mais uns links relacionados, interessantes:
Nosso Universo pode ser um gigantesco holograma (acentuando o brainf*ck científico)
Olhar para o espaço deixa-nos pequeno, comparados ao quanto isso fara-nos crescer

Eu não acredito em limites!  

The War You Don't See

Direção: John Pilger
Tema: Mídia, Guerra, 
Ano: 2010
Duração: 97 Minutos

Sinopse: Seguindo a linha dos dois últimos documentários, Orwell Rolls In His Grave e WikiRebelds, nesse que os une e sequencia magistralmente, levando nos direto a questão: Qual a contribuição do jornalismo às guerras?
Traçando a história das reportagens independentes e incorporadas da carnificina da Primeira Guerra Mundial à destruição de Hiroshima, e desde a invasão do Vietnã à atual Guerra do Afeganistão e o desastre no Iraque. Como as armas e propaganda se tornam ainda mais sofisticados, a natureza da guerra está se desenvolvendo em um "campo de batalha eletrônica", em que os jornalistas desempenham um papel fundamental, e os civis são as vítimas. 
Com uma séries de entrevistas, que vão dês de sínicos representantes do establishment ao porta-voz do Wikileaks, Julian Assange.

O que me resta a dizer é: Você consegue dizer quem de fato financia a mídia? E não falo em termos financeiros!

Assista online:


Download: Megaupload
Legendas PT-BR Clique Aqui.
Formato: MP4 Tamanho: 944MB  

Você é responsável? Até onde e pelo que?

sexta-feira, agosto 12, 2011

Criônica, quantos aniversários você deseja comemorar?

Dentro de alguns dias, começarei a postar matérias no blog. E essa é uma categoria mais complexa, já que as matérias, que aqui serão postadas, podem ser definidas como resultados de pesquisas, modéstia parte muito bem feitas.
E abaixo segue minha primeira matéria, postada em um blog hoje extinto. Não posso dizer que as futuras matérias seguiram a linha dessa primeira, mas de qualquer forma vale apena o post.



Egito Antigo. Perante o tribunal de Osíris, seu coração será pesado por Anúbis e você deverá declarar-se inocente de 42 pecados perante os 42 deuses juízes. Se for absolvido tens então o direito a vida eterna e se for declarado culpado morrerá pela segunda vez. A crença egípcia ia além, acreditava-se que para tanto o corpo da alma inocentada deveria se manter conservado pela eternidade, tal crença deu origem aos refinados métodos de conservação de cadáveres (mumificação) do Antigo Egito. As etapas para a mumificação iniciavam-se no Ibu onde o corpo era lavado em essências aromáticas e nas águas do Nilo. Introduzia-se então um gancho pela narina para retirar o cérebro, que era descartado. Em seguida por um corte lateral na altura do abdômen retirava-se os órgãos vitais que eram postos em quatro vasos, canopos, sendo que cada canopo era amparado por um distinto deus. Já o coração permanecia no corpo, este que pelos egípcios era tido como o órgão essencial. Agora o corpo passava por uma quarentena imerso em natro, um sal. As cavidades eram tampadas com linho embebido em resina. Então o corpo era enfeitado e passava-se resina para melhor protegê-lo. Por fim no local onde os cortes haviam sido feitos colocavam-se pratos, com o olho de Rá desenhado, como medida de proteção, o corpo era enrolado em tiras de linho, punha-se amuletos sagrados envolta do cadáver e então a máscara era encaixada na múmia. Após o processo o corpo era colocado no sarcófago com um hieróglifo onde ficava o nome do morto.
O que quis introduzir acima é o fato da busca pela imortalidade deis das primeiras civilizações, ser muito presente. Claro, a luta pela sobrevivência é um elemento comum entre todos os seres vivos e talvez seja o único (A bactéria GFAJ-1 foi capaz de substituir o Fósforo, tido como um dos elementos fundamentais para a vida, pelo Arsênio como foi recentemente anunciado pela NASA), logo uma espécie de intelecto mais avançado transcender essa razão básica, não é tão surpreendente.

Na incessante vontade humana de viver  nasce a medicina tal qual a conhecemos. Filha de Hipócrates (460-377 a.C.), que direcionou-a rumo à ciência. E durante a história diversas descobertas revolucionaram a medicina e consequentemente a humanidade, nas mãos de grandes homens como Louis Pasteur (1822-1895), que entre muitos feitos, o processo de pasteurização comprovando a ação de microrganismos na decomposição orgânica. Ela se aprimorou, de rústicas cirurgias à cardíaca e neurológica.
Hoje nos deliciamos com nossa "utópica" medicina em seus últimos inacreditáveis avanços. O mundo nunca antes se vira assim, do raio-x às telas da videoendoscopia. Nosso coração bateu mais forte com a circulação extracorpórea. Respiramos mais fundo, mesmo sem os pulmões, graças aos aparelhos de respiração artificial. Ganhamos uma segunda vida com transplantes de órgãos. Percebemos o que era quase imperceptível usando o método imunoenzigmático. Tornamo-nos mais saldáveis ao conhecer os antibióticos e prevenidos ao tomar as vacinas. E entre muitas outras coisas, até mesmo congelamos nossos filhos, que agora esperam pela hora da fecundação. Chegamos longe, muito longe, porém aquela infinita ambição (que muitos esqueceram) ainda esta distante, distante demais, mais do que o curto tempo de nossa vida pode alcançar. Quem dera tivéssemos uma maquina do tempo. Por sorte, somos criativos.

Durante o inverno nórdico, as baixas temperaturas são responsáveis pelas imigrações e hibernações. Já espécies de animais ectotérmicos podem evitar o congelamento ou sobreviver ao mesmo, graças a substancias crio-protetoras e supercongelamento. Para tanto são necessárias condições especiais: formação de gelo controlada, preservação da estrutura e função celular e viabilidade celular.
Embora o gelo seja um inimigo natural da vida, assim como o fogo, sendo corretamente manipulado pode proporcionar grandes benefícios.

Em 1964, é escrito o livro The Prospect of Immortality  por Robert C. W. Ettinger, livro que, ao promover o conceito da criogenia para um amplo publico, o daria o título de Pai da criônica. "Uma ambulância para o futuro", sintetiza bem a idéia apresentada. Ettinger também seria apontado como um dos pioneiros do transumanismo com seu livro Man into Superman. Outro destaque é Jerry Leaf (1941-1991) que trouxe, durante os anos de 1970 e 1980, pericia médica sem precedentes para o campo e introduziu tecnologias. Robert C. W. Ettinger e Jerry Leaf são os fundadores da criônica.
Criônica defini-se como: a prática especulativa de preservamento a baixas temperaturas com nitrogênio líquido (-196°C), afim de preservar os tecidos de uma pessoa, cuja vida não mais possa ser suportada pela medicina atual, durante o tempo que for necessário (décadas ou séculos) até que tecnologias futuras possam reverter os processo de suspensão e restaurar o paciente em perfeita saúde. Para tanto as estruturas celulares e químicas, críticas para a identidade, devem ser suficientemente conservadas.
Embora a criônica tenha uma "ampla cobertura" pela imprensa, a mesma comumente retrata-a como excentricidade, tolice ou coisas do gênero. Munida de idéias mal fundamentadas no intuito de preservar o status quo. Logo a maioria das pessoas tem uma visão distorcida da criônica.
Para compreender a base científica da criônica deve-se analisar a seguinte pergunta: quando alguém esta realmente morto? Ou melhor, quando alguém esta suficientemente morto, para cessarmos o suporte a vida?
A pergunta que pode parecer simples, na verdade revela-se complexa quando cuidadosamente analisada. "À cem anos atrás, uma paragem cardiorrespiratória era irreversível. Pessoas eram chamadas de mortas quando o seu coração parava de bater. Hoje em dia acredita-se que a morte só acontece 4 a 6 minutos depois de o coração parar porque após vários minutos é difícil de ressuscitar o cérebro. No entanto, com novos tratamentos experimentais, é possível sobreviver a mais de 10 minutos de paragem cardiorrespiratória quente sem lesões cerebrais. Tecnologias futuras para reparos moleculares podem estender a fronteira da ressuscitação até 60 minutos ou mais, tornando as crenças de hoje sobre quando a morte ocorre obsoletas." Alcor Life Extension Foundation. Logo conclui-se que a morte ocorre quando a química da vida entra em tamanha desordem que uma operação normal não pode repará-laEntende-se que em um certo ponto a identidade do individuo perde-se, a partir desse ponto não a reparo.

Entre a vida e a morte. Se por um lado é inaceitável submeter pacientes vivos a baixas temperaturas para sua crioconservação, por outro lado é inútil vitrificar cadáveres. Assim, idealmente, os procedimentos devem ter início acuando a paragem cardiorrespiratória.
A base científica. A Alcor alega três fatores como justificativa a prática da criônica:
. A vida pode ser parada e reiniciada se a sua estrutura básica for preservada. A exemplo de embriões humanos. E ainda existem muitas outras situações. Em casos de cirurgia de aorta seres humanos foram submetidos a paradas cardíacas em hipotermia profunda sem maiores danos ou déficit neurológico. Indivíduos alcançaram silêncio electrocerebral completo (índice zero em um parâmetro multifatorial bispectral, derivado do eletroencefalograma) entre as temperaturas de 16°C e 24°C, sendo posteriormente recuperada a temperatura normal, não ouve déficit neurológico, comprovando assim que a dinâmica da atividade cerebral pode ser parada e reiniciada, sem perda da identidade pessoal.
. Vitrificação (não o arrefecimento) pode preservar a estrutura biológica. Com a adição de substancias crio-protetoras nas células é possível o arrefecimento do tecido a baixíssimas temperaturas com pouca ou nenhuma formação de gelo. O estado de resfriamento a temperaturas inferiores a -120°C sem formação de gelo denomina-se vitrificação. Desde 2007 as duas maiores organizações do ramo (Alcor Life Extension Foundation e Cryonics Institute) relatam terem sido capazes de eliminar a formação de gelo no cérebro utilizando a vitrificação, mas não em outros órgãos ou tecidos.
Métodos de reparação a nível molecular podem ser agora previstos. "A ciência emergente da nanotecnologia irá eventualmente levar até máquinas capazes de reparar e regenerar extensivamente o tecido, inclusive reparar células individuais uma molécula de cada vez. Esta nanomedicina futura pode teoricamente recuperar qualquer pessoa preservada desde que a estrutura cerebral básica que codifique a memória e a personalidade se mantenham intactas." Alcor Life Extension Foundation.

Aqui temos uma possível solução para um problema fundamental, mas infelizmente essa própria solução esbarra com o sistema ao qual giram nossas vidas, o monetário. Em tempos de reinvenção da própria existência, pergunto-me se não será a hora de revermos nossas relações uns com os outros e com o mundo? 
Na busca pela "abolição da morte" creio que haverão inúmeros obstáculos, porém afirmo que menos do que o melhor é inaceitável. Por tanto, hoje é tempo de reconstruirmos a sociedade por um todo, usando o melhor de nossas tecnologias, o melhor de nós mesmos. E assim como o fim do feudalismo, renascimento e o iluminismo tiveram seu brio, no passado, hoje tais revoluções marcarão a humanidade. Não! Todos nós sabemos (embora nem todos admitam) que estamos próximos de algo sem precedentes! 

Concluindo-me. Pretendo comemorar todos os meus aniversários. E aniversários nunca são o bastante.

Para mais informações, a respeito das tecnologias que pretendem mudar o mundo, acompanhe: Inovação Tecnológica e Fabuloso Futuro. Assista também ao documentário Transcendent Man e ao TED Eu sou meu conectoma de Sebastian Seung.

Ufa! Terminou. 

quinta-feira, agosto 11, 2011

Cosmos #03


Título: Cosmos
Criador: Carl Sagan & Ann Druyan
Gênero: Ciência, Filosofia, Astronomia
Episódios: 13
Duração/Ep.: 1hora
#03 - Harmony of the Worlds
Download Torrent: KickAss
Legendas PT-BR Clique Aqui.
Formato: AVI Tamanho: 699MB

Em todo o mundo, os nossos antepassados de todas as culturas tiveram conhecimentos próprios de astronomia. As suas vidas disso muito dependiam. Mas a caminhada humana desde os mais remotos astrônomos aos modernos exploradores do Cosmos, derivou numa pseudo-ciência chamada astrologia.
O último astrólogo científico foi também o primeiro astrónomo moderno: Johannes Kepler. Kepler lutou pela busca de uma harmonia nos céus e deu um passo fundamental para nos conduzir à era científica. O segredo que conduziu Kepler foi um respeito descomprometido pela observação dos céus, mesmo quando, agonizante, o confrontaram com as mais enraízadas crenças que acarinhava.
Os profundos conhecimentos de Kepler ensinaram-nos como a Lua e os planetas se movem nas respectivas órbitas e, mais recentemente, como viajar para eles.

Ergo Proxy - Shining Sign#08



Título: Ergo Proxy
Produtor: Manglobe
Gênero: Mistério, Sci-Fi, Psicológico
Episódios: 23
Duração/Ep.: 25minutos 
Mais informações clique aqui

#08 - Light Beam/Shining Sign [Kõsen]
Download: Fileserve
Formato: Mp4 Tamanho: 56MB
Vincent e Pino tropeçam na pela guerra devastada, Halos, onde são capturados em meio a guerra dos abitantes humanos da cúpula e seus AutoReivs autônomos.
A sina dos Proxys é tecida no destino. E novamente, em meio ao caos do pós-fim-da-civilização, o sangue de um talvez deus é derramado e para cada gota jorrará rios de sangue mortal!
Em um ambiente caótico e vazio, esse episódio prossegue a revelar um planeta destruído em todos os seus aspectos. Claramente o primeiro arco da história, que ficou entre Romdo e seus rejeitados, teve fim e agora começa uma nova linha na exploração dos destroços terrestres... E seus Proxys!

Robert Full, sobre o movimento dos animais.



Eu definitivamente não sou humano-maníaco, de forma a alimentar uma certa frustração a respeito de como nossa "autoadmiração" nos limita. Se dentro de um contexto social homens referem-se a si próprios como lixo, já em termos biológicos normalmente transferimos o adjetivo ao restante das formas de vida do planeta. Ponto bem refletido em nossas criações, que de fato não ambicionam fugir muito aos seus criadores, mas será mesmo que espelhar a figura humana é a melhor forma de desfrutar do conhecimento biológico natural?
Sendo mais claro, falamos do futuro da robótica no TED de hoje (que não é dia de TED, por sinal).

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