Sinopse: Mais um ótimo documentário de John Pilger que posto, aproveitando o embalo do filme Paradise Now, que obviamente toca na questão da ocupação da palestina por Israel.
Através de uma análise profunda e cuidadosa, entre os muitos e muitos acontecimentos trágicos provocados pela ocupação israelense, o documentário retrata a vida de sofrimento e humilhação a que foi submetido o povo palestino, abordando a repressão israelense que se mascara na alegação de "luta contra o terrorismo". O maior agravador do problema, por sua vez permanece na postura de não-negociação, do governo de Israel para com a Palestina, de fato se fosse estabelecido ali dois estados independentes a situação seria resolvida. Por fim, o documentário questiona a memória do povo judeu, que tanto sofreu ao longo da história, principalmente no ultimo século, e agora repete o mesmo com o povo palestino.
Um dos maiores problemas das gravações, quando não contamos com os aparatos de um estúdio, é o ruido. Seja em gravação de instrumentos, vocais ou quando se faz aquele vídeo-tutorial, um livro em áudio, registro da reunião no TeamSpeak, existe uma forma simples para resolvermos isso!
O programa é o Audacity e o processo segue abaixo:
Após baixar e instalar, abra o arquivo e veja o vídeo-tutorial:
Feito isso, para exportar o arquivo (no caso para formato mp3) é necessário ter o Lame V3 em seu computador, clique aqui para download. Automaticamente ao fim da instalação é possível realizar a exportação do áudio pelo Audacity.
Além dessa aplicabilidade o programa oferece inúmeras outras funções no tratamento de áudio, das quais destaco a Aumentar Graves. Somado ao FL Studio 9, é possível ter um ambiente de criação de musicas no seu PC com alta qualidade.
Darcus Howe, escritor, jornalista e ativista de direitos civis, sobre os tumultos nas ruas de Londres. Após o incidente, onde o entrevistado acaba por ser gravemente ofendido pela âncora Fiona Armstrong, a emissora de televisão britânica BBC pediu desculpas oficialmente.
Muito soou aos nossos ouvidos, nos quatro cantos do planeta, sobre a onda desordem que tomou a Inglaterra.
Ultimamente é fácil deparar-se com noticias como está do site G1, relatando e condenando os acontecimentos, que espalham-se de forma espantosa. Da mesma forma que perolas vão sendo soltadas pelo governo inglês, que agora cogita a possibilidade de bloqueio a internet!
"Marginais, afim de roubar dos cidadãs, criam o caos. Isso é inaceitável, devemos tomar uma atitude, para exemplo futuro!" Síntese da opinião política/midiática. Mas, principalmente nesse ano de 2011 (ano revolucionário), cai-me como uma mordida nas bolas, esse discurso, já que o mais evidenciado no mesmo é o desvio da fundamental questão: "Porque da revolta? Seria possível haver motivos plausíveis?" Questões estas que não se respondem no jogo de poio ou não a violência.
Talvez, então haja razões para eu ir mais afundo em minha pesquisa. Por sinal, deparei com uma análise bem relevante, a quanto das opiniões e focos dados até o momento aos fatos, que também adiciona-me algumas informações.
No fim das contas, vejo uma ação que, embora tome métodos danosos, não é banal e nem mesmo pode ser jogada aos porcos, em afirmações toscas de quem procura razões para convencer o resto da sociedade de que o "danosos" realmente é dano público e não do establishment. Não posso chamar de onda de conscientização ou comparar aos movimentos de indignados que espalham-se pelo resto Europa. Prefiro usar a expressão "variável de uma reação".
Variáveis de uma reação
Uma reação social pode dar-se de muitas formas, temos vistos várias por sinal. No norte africano, sem duvida a mais intensa, talvez não a mais promissora a longo prazo, mas tudo ainda acontece. Temos exemplos como a Islândia, que de tão vital fora massivamente abafada pela mídia (ah se o mundo tivesse ouvido). Os já citados movimentos revolucionários na Europa, iniciados em maio na Espanha, chegando ao que vê-se na crise da Grécia, além da atual macha a Bruxelas. Não podemos esquecer do Chile (espero postar amanhã). Agora Inglaterra. E destas muitas formas, a pergunta é: Qual será que nos levará as tão desejadas mudanças?
Concluindo-me, no caminho entre revolta, ir atrás de mudanças, mudar de forma correta, haverá sim caos e o sistema atual não estará receptivo. Porém não será do caos que nascerá o novo mundo, mas sim da consciência. Sem duvida a questão da vez é: Como transitar do ponto A para o B? E qual deverá ser esse B?
Minha vida não será ditada por esse breve momento.
Perturbado pelos recentes acontecimentos, Raul questiona o futuro de Romdo. Enquanto isso, Re-l e Iggy exploram uma estranha e antiquada cúpula habitada unicamente por AutoReivs.
A Rason d'être é a força essencial, força está que não pode ser contida por controles esternos, pois seu poder, de uma hora para outra, transforma o passarinho em gavião, então a jaula quebra!
Em meio ao caos, o poder em Romdo torna-se objeto de desejo, de forma a que três vontades sigam em sua competição pelo literal fim do mundo. Nossa co-protagonista começa sua viagem, pelo mundo escondido e esquecido, e, acima de tudo, por suas próprias duvidas.
Esqueça qualquer outro programa na hora de fazer conversões, com o Format Factory você converteMP3em aguá, no meio do deserto (haha).
Eu uso este programa a muito tempo e, além das atualizações contantes do mesmo, posso garantir sua eficiência e superioridade, entre as demais soluções da categoria. Ocupapouco espaço, sendo que opera com n formatos, dos quais destaco: MP4, AVI, RMVB, MKV, 3GP, FLV, WMA, WAV, JPEG, PNG, GIF entre muitos outros. Acredito que já ficou claro que o programa trabalha tanto com vídeo, quanto áudio e imagem, mas existem outras funções bem mais impressionantes, como:
Converter DVD para vídeo, da mesma forma CD para áudio;
Converter qualquer arquivo de vídeo para áudio;
Embutir legenda a videos;
Cortar trechos dos videos/áudios.
O programa embora simples é bastante completo, não vou fazer nenhum tutorial, mas recomendo que fucem-no um pouco, para melhor aproveitamento.
Sinopse: Amigos de infância, os palestinos Khaled (ALI SULIMAN) e Said (KAIS NASHEF) são recrutados para realizar um atentado suicida em Tel Aviv. Depois de passar com suas famílias aquela que teoricamente seria a última noite de suas vidas, sem poder revelar a sua missão, eles são levados à fronteira com bombas presas ao corpo. A operação não ocorre como o planejado e eles acabam se perdendo um do outro. Separados, Khaled e Said têm de enfrentar seu destino e suas próprias convicções.
Filmado em Nablus, o filme retrata a vida de pessoas comuns em circunstâncias desesperadoras, explorando as razões legítimas para a resistência à ocupação, sem nunca minimizar o ato de tirar vidas.
A violência, cima de tudo, impõem mais de si mesma. Um filme que retrata o drama e dilema palestino, a prisão em que tornara-se nossa sociedade e como os caminhos da mudança podem ser traiçoeiros. Acima de qualquer outra coisa observável, o filme tenta restabelecer o valor da vida, aonde atualmente o sangue é banal. Por fim, a vítima assassina germina o caos no coração opressor.